sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Evento de afroeducação teve debate sobre folguedos brasileiros

Descrição para cegos: imagem retrata o professor Estevão Palitot sentado em uma cadeira de um auditório na UFPB. Em volta dele todos os assentos estão vazios, mas, no fundo da sala, veem-se muitas pessoas, sentadas e em pé.
A abertura da II Semana de Extensão Afroeducação Maracastelo reuniu educadores e especialistas em cultura popular, convidados para abordar o tema Folguedos brasileiros, educação e identidade. Fizeram parte da mesa a educadora Déa Limeira, da Escola Viva Olho do Tempo, de Gramame; José Nilton, especialista em folclorização pela Organização dos Estados Americanos; Daniela Gramani, professora do Departamento de Música da UFPB; Danilo Santos, ativista e pesquisador do movimento social negro; e Estevão Palitot, professor do Departamento de Ciências Sociais Aplicadas e Educação da UFPB. O debate ocorreu no dia 13 e abordou a construção das identidades sociais a partir das tradições populares. Ouça a entrevista que o repórter Cristiano Sacramento fez com Estevão Palitot para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110KHz), produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Danilo Monteiro)

 

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Estudantes Indígenas da Paraíba realizaram encontro na UFPB

Descrição para cegos: foto de manifestação ocorrida durante o
Encontro. Nela, estudantes indígenas e não-indígenas dançam
o Toré em um espaço do Campus de João Pessoa conhecido como
Praça da Alegria. Alguns integrantes usam cocares e colares.

Movimento, ingresso e permanência foi o tema do evento que ocorreu nos dias 8 e 9 deste mês. O encontro reuniu os estudantes das etnias Tabajara e Potiguara e alunos indígenas da Bahia, assim como docentes de várias universidades. O evento teve o intuito de fortalecer a articulação para organizações dos discentes na luta pela conquista e garantia dos direitos indígenas. Foram discutidos assuntos como assistência estudantil, conjuntura política e ingresso na universidade. Ouça a reportagem que fiz com o coordenador do II Encontro de Estudantes Indígenas da Paraíba, Bruno Potiguara para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9h, na Rádio Tabajara AM (1.110 khz). (Juliana Souza)

Mesa discutiu permanência de estudantes indígenas nas universidades

Descrição para cegos: imagem mostra Poran Potiguara diante de uma parede de tijolos aparentes. Ele usa um cocar de penas coloridas com predomínio da cor azul. As penas têm o mesmo tamanho, exceto as três do centro, um pouco maiores. Poran usa também um colar de contas negras intercaladas por dentes de cerca 5 cm que vai até seu peito, onde há um círculo tecido em fibra vegetal com motivos indígenas.
A abertura do II Encontro de Estudantes Indígenas da Paraíba abordou questões sobre as políticas de assistência estudantil. Foram avaliadas a efetividade e a necessidade de políticas específicas direcionadas aos povos indígenas. A mesa foi composta por Andressa Carvalho, estudante do Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades da Universidade Federal da Bahia; professor Antônio Novaes, pesquisador do Núcleo de Estudos e Pesquisas Afro-Brasileiros e Indígenas da UFPB, o Neabi; Jessé Potiguara, representante da Associação Universitária Potiguara; Poran Potiguara, integrante da Comissão Nacional dos Estudantes Indígenas e estudante de Engenharia Florestal na Universidade de Brasília; e Umberto Euzébio, professor do Instituto de Ciências Biológicas da UnB. Ouça a reportagem que fiz sobre a mesa de abertura para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9h, na Rádio Tabajara AM (1.110 khz). (Carmem Ferreira)

 

Conjuntura política preocupa estudantes e lideranças indígenas

Descrição para cegos: imagem mostra a mesa do debate na qual estão os convidados. Sobre a mesa há várias peças do artesanato indígena como recipientes e instrumentos de percussão. Na frente da mesa estão as bandeiras do Brasil e da Paraíba, além de um tambor. Um pouco adiante, aparece uma mesa pequena sobre a qual estão um  projetor e um notebook.
A preocupação foi manifestada durante o II Encontro dos Estudantes Indígenas na Paraíba, ocorrido no campus de João Pessoa da Universidade Federal da Paraíba nos dias 8 e 9 deste mês. O assunto foi tema de um debate que levantou questões sobre a organização do movimento indígena perante a situação política atual. Um dos aspectos abordados foi a representação política dos índios, ressaltando a importância da participação dos jovens. A mesa do debate contou com a presença de Estevão Palitot, docente do curso de Antropologia do campus do Litoral Norte da UFPB e coordenador do Programa de Educação Tutorial Indígena; de Capitão Potiguara, representante do Conselho Nacional de Política Indigenista do Nordeste; e Caboquinho, Cacique da Aldeia Forte. Sobre o assunto, eu entrevistei o professor Estevão Palitot. (Juliana Souza)


Evento debateu assistência estudantil para alunos indígenas da UFPB

Descrição para cegos: a imagem retrata o professor Emanuel Pereira sorrindo para a câmera em frente a uma parede de tijolos aparentes onde há uma janela.
O debate ocorreu na manhã do dia 9, visando analisar as condições dos programas de assistência estudantil da Universidade Federal da Paraíba. Na ocasião, estudantes indígenas criticaram a precariedade de acesso aos programas e reivindicaram melhorias. A mesa-redonda fez parte do II Encontro de Estudantes Indígenas da Paraíba. Ela foi composta por Jakeline Oliveira, Presidenta da Associação Universitária Potiguara; Poran Potiguara, membro da Comissão Nacional dos Estudantes Indígenas; e o professor Emanuel Pereira, doutor em Serviço Social pela PUC de São Paulo. Também participou do debate o representante da Pró-reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante da UFPB, Antônio Luiz Gomes. Ouça a reportagem que fiz sobre o debate para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na rádio Tabajara AM (1.110 KHz), produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Danilo Monteiro)

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

A cor do dinheiro importa


Descrição para cegos: na imagem se encontram, em fotos separadas, Sabrina, Júlio Cesar e Mônica, respectivamente. Membros negros do 1% mais rico do país. 
Em um país estruturalmente e institucionalmente racista, o racismo está inserido no modo geral de ver o mundo e em todos os espaços sociais e econômicos. A matéria realizada por Noemia Colonna para BBC Brasil  analisa esses aspectos, observando como vive uma minoria negra no mundo do 1% mais rico do país. Traz ainda um estudo e links uma série de reportagens que questionam a tese de que o preconceito no Brasil é mais econômico do que racial. Clique aqui para ler. (Juliana Souza)

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Empoderamento negro no VMA

Descrição para cegos: logo da premiação formado por 3 linhas cinzas horizontais como se fossem a primeira parte da letra M estendida, formando o logotipo da MTV em cada uma delas. Sobre essas linhas, está escrito em preto Video Music Awards, sendo que a primeira palavra vaza para fora da linha.

Por Carmem Ferreira

         No último domingo aconteceu o Video Music Awards 2016 (VMA 2016). O evento da MTV escolheu e premiou os melhores vídeos do mundo da música em uma festa que contou com apresentações de diversos artistas.
Rihanna foi a grande homenageada da noite. A cantora de Barbados recebeu o Michael Jackson Video Vanguard Award, por sua carreira e videografia. Rihanna apresentou-se no palco quatro vezes, trazendo, em cada performance, seus maiores hits. Importante apontar que todas as pessoas que anunciaram Rihanna foram personalidades negras como, por exemplo, a modelo Naomi Campbell e o cantor Drake.
Beyoncé foi outro grande destaque. Ela fez uma apresentação de aproximadamente 15 minutos com músicas do seu álbum áudio visual Lemonade, que traz diversas críticas sociais e prega o empoderamento negro feminino. Ao encerrar sua apresentação, Beyoncé e suas dançarinas formaram o símbolo do feminino. Além disso, dos 11 prêmios a que a cantora foi indicada, levou oito para casa, tornando-se, assim, a maior vencedora do VMA, com 23 prêmios no total.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Estudantes indígenas na UFPB

Descrição para cegos: na imagem, os dois entrevistados falam aos microfones no estúdio. À esquerda, Jakeline Oliveira e à direita, Bruno Potiguara.

A implantação do sistema de cotas para ingresso nas universidades federais fez surgir novas demandas para atender aos diversos grupos beneficiados, como no caso dos estudantes indígenas, que têm necessidades específicas. Para conhecer a situação desse segmento na Universidade Federal da Paraíba, foram entrevistados Bruno Potiguara e Jakeline Oliveira. Bruno é membro da Comissão Nacional de Estudantes Indígenas e da Organização de Jovens Indígenas Potiguaras; Jakeline é Presidenta da Associação dos Universitários Potiguaras. Ouça a entrevista feita pela repórter Gerlane Neto sobre o tema para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 KHz), produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Carmem Ferreira)


sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Evento discutiu o papel das mulheres negras na democracia

Descrição para cegos: foto mostra mesa do evento decorada com
motivos da cultura africana, na qual estão sentadas seis pessoas.
À esquerda, palestrante de pé fala ao microfone

O debate ocorreu no último dia 26, com o objetivo de discutir as desigualdades raciais e de gênero no Brasil. O discurso predominante nas intervenções foi o enfrentamento das mulheres negras diante do governo interino de Michel Temer. O evento também discutiu temas como violência contra a mulher, racismo institucional e atuação dos movimentos feministas negros. A iniciativa foi do Núcleo de Estudos e Pesquisas Afro-Brasileiros e Indígenas da UFPB, o Neabi, em parceria com movimentos sociais. Fez parte de uma série de comemorações do Dia Internacional das Mulheres Negras da América Latina e do Caribe, celebrado naquele dia. Ouça a reportagem que fiz sobre o debate para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 KHz), produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Danilo Monteiro)


terça-feira, 2 de agosto de 2016

Rima empoderada: MC Soffia é promessa da nova geração do hip hop

Descrição para cegos: A imagem retrata MC Soffia, com o braço esquerdo levantado e expressão facial séria. Há uma fita amarela, com detalhes em preto e branco, no cabelo da garota.

Por Carolina Jurado


Com a apenas 12 anos, MC Soffia traz músicas em forma de rap, que incentivam o empoderamento negro das crianças e desconstrói padrões de beleza impostos pela mídia. Mesmo pequena em relação à idade, se mostra grande em relação ao seu trabalho, quebrando estigmas de preconceito e racismo que ainda são muito presentes no Brasil, apesar de ser uma nação de grande diversidade étnica.
A MC mirim começou a cantar aos 6 anos logo após participar em um projeto chamado “O futuro do Hip Hop”. Desde então a menina vem obtendo muitas conquistas e dissemina sua palavra pelo país. Participou de grandes eventos como a Virada Cultural de São Paulo e o Festival Afrolatinidades em Brasília.