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terça-feira, 13 de novembro de 2018
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
Monumentos em tributos aos escravizadores
Monumentos que homenageiam pessoas ou grupos que causaram danos a grupos étnicos estão gerando debates. Nos Estados Unidos tem se discutido a permanência ou não da estátua em tributo ao general Robert E. Lee, líder do Exército Confederado, que lutava pela manutenção da escravidão. No Brasil, o mesmo acontece com o monumento em reverência ao bandeirante paulista Borba Gato, em São Paulo, que no período colonial perseguia e escravizava índios. Para saber mais sobre questões simbólicas envolvendo a história e essas homenagens, acesse aqui o artigo da historiadora e antropóloga Lilian Schwarcz publicada no Nexo Jornal. (Taísa Fervie)
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segunda-feira, 12 de junho de 2017
A negligência com a história do povo negro
Sarah Forbes Bonetta, menina ex-escravizada, é a prova de como o povo negro é excluído da História. Na matéria divulgada no site Hypeness, é contada a trajetória da jovem Sarah que, em 1848, estava prestes a ser morta em Serra Leoa quando foi salva por um capitão do exército inglês e terminou se tornando afilhada da rainha Victória. Esse tipo de omissão é bem comum quando se trata da história do povo negro que, durante séculos, foi marginalizado e torturado. Tais transgressões se perpetuam e não ferem apenas o corpo dos que sentem essa dor, mas também a alma e sua tão rica história que é negligenciada como forma de tentar silenciar a riqueza que a circunda. Confira a matéria na íntegra aqui. (Elizabeth Souza)
sexta-feira, 10 de junho de 2016
A solidão das mulheres negras
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| Descrição para cegos: A imagem retrata uma mulher negra, que está de costas para a câmera. Ela usa óculos e uma blusa branca com flores pretas. |
No
Brasil, mais da metade das mulheres negras não vivem um relacionamento afetivo,
independente do estado civil, segundo o último censo realizado pelo IBGE. Esse
quadro foi analisado pela Revista Fórum, no artigo intitulado A solidão tem cor, escrito por Anna Beatriz Anjos e Jarid Arraes. Eles entrevistaram ativistas e
intelectuais sobre a trajetória das mulheres negras e relacionaram o dado
colhido ao processo de escravidão e suas consequências. Confira aqui.
(Vitória Nunes)
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Vitória Nunes
quarta-feira, 8 de junho de 2016
O poder nas mãos dos negros
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| Descrição para cegos: a foto mostra a atriz Taís Araújo. Ela está encostada em uma parede e posa para a câmera com a mão esquerda no rosto. |
Ostentação
é um termo que tem sido bastante utilizado nos últimos anos. Significa exibição
vaidosa de algo como símbolo de status. No site Mundo Negro, foi publicado
um artigo intitulado A ostentação negra
incomoda, de Silvia Nascimento. O texto aborda a ascensão financeira dos
negros e a ostentação que alguns exibem. A autora associa o comportamento
ostentatório ao período escravista para explicar que a ostentação negra tem incomoda
a sociedade atual, por que, de certa forma, é uma resposta histórica dos negros
ao que ocorreu naquele período, quando os escravizados não tinham qualquer poder
de compra. Confira aqui. (Vitória Nunes).
segunda-feira, 30 de maio de 2016
Estudos identificam arranjos familiares de escravizados no Nordeste do XIX
A professora Solange Rocha, do Programa de Pós-Graduação em História da UFPB, coordena um projeto de pesquisa que busca dar visibilidade ao protagonismo da população negra nesta região, no século XIX, aspecto negligenciado pela historiografia oficial. O trabalho demonstra estratégias adotadas por ex-escravizados para institucionalizar redes de sociabilidade como forma de firmar alianças para enfrentar as situações desfavoráveis do período escravista. Boa parte das informações são obtidas em arquivos eclesiásticos, como foi com a pesquisa realizada na paróquia de São João do Cariri, pela historiadora Solange Mouzinho. Ouça a entrevista que fiz com Solange Rocha e Solange Mouzinho para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9h, na Rádio Tabajara AM (1.110 khz). (Vitória Nunes)
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