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sexta-feira, 16 de novembro de 2018
domingo, 17 de setembro de 2017
Racismo em Marly-Gomont
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Descrição para
cegos: foto promocional do filme mostra Seyoko, esposa, filho e filha em uma
rua de Marly-Gomont. Pai e mãe seguram guarda-chuvas abertos.
|
Por Luana Silva
Seyolo
Zantoko é um jovem médico do Congo formado na França. Pensando em
estabelecer-se no país junto com sua família, resolve trabalhar em uma pequena
cidade chamada Marly-Gomont. No entanto, algo impede que sejam bem recebidos naquele
lugar: a cor de sua pele. Essa história aconteceu nos anos 70 e inspirou o
filme Bem-vindo à Marly-Gomont, do
diretor Julien Rambaldi, lançado em 2016.
O
povoado ao norte da França estava há algum tempo sem médico. Por ser uma área
rural, poucos profissionais se dispunham a trabalhar lá. Seyolo chega ao local
bastante entusiasmado com seu novo emprego e aguarda ansiosamente os primeiros
pacientes.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Resenha do filme Histórias Cruzadas
Por Jullyane Baltar
A história se passa em Mississipi, Estados Unidos da América, na década de 1960, período em que Martin Luther King fez seu discurso “Eu tenho um sonho” no evento conhecido como Marcha de Washington pelo Trabalho e pela Liberdade, que defendia direitos iguais para todos diante de cerca de 250 mil pessoas.
A história principal gira em torno de uma jornalista recém- formada chamada Skeeter. Ela sonha em ser escritora e ao voltar para a cidade que nasceu e foi criada, se incomoda com o racismo espalhado como se tudo fosse normal. Após algumas situações, as empregadas domésticas começam a criar coragem para falar com Skeeter sobre suas vidas e seus empregos. Com dificuldade e causando algumas confusões, consegue depoimentos de mais de 12 mulheres que sofreram vários tipos de preconceitos em uma época na qual os negros apesar de libertos da escravidão, vivem de forma humilhante devido à segregação racial ainda existente.
A história principal gira em torno de uma jornalista recém- formada chamada Skeeter. Ela sonha em ser escritora e ao voltar para a cidade que nasceu e foi criada, se incomoda com o racismo espalhado como se tudo fosse normal. Após algumas situações, as empregadas domésticas começam a criar coragem para falar com Skeeter sobre suas vidas e seus empregos. Com dificuldade e causando algumas confusões, consegue depoimentos de mais de 12 mulheres que sofreram vários tipos de preconceitos em uma época na qual os negros apesar de libertos da escravidão, vivem de forma humilhante devido à segregação racial ainda existente.
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